Sexta-feira 03 de Dezembro, 2021
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O projeto "Acontece in Loco - Montanha do Alto Minho" centra-se nas comunidades locais e no desenvolvimento das aldeias de montanha da região do Alto Minho, interligando pessoas e entidades, aproximando o local e o regional, o rural e o urbano, contribuindo para encontrar novas formas de revitalização de aldeias históricas e seculares.
Âmbito e Área de Intervenção

O projeto Acontece in Loco – Montanha do Alto Minho inscreve-se na área de intervenção 4 – Observação da Agricultura e dos Territórios Rurais. Centra-se nos territórios de montanha do Alto Minho, enquanto comunidades locais, dispersas por vários sistemas montanhosos (do litoral ao interior do Alto Minho), ameaçadas na sua continuidade, em função das características geomorfológicas e climatológicas decorrentes da altitude, dos declives acentuados e da menor acessibilidade aos centros urbanos. O projeto abarca duas vertentes de ação: 
  1. criar e animar uma rede de atores, focada nas necessidades e nas potencialidades dos territórios de montanha, estabelecendo dinâmicas de partilha de informação, recursos e competências no sentido de potenciar o seu papel enquanto agentes de desenvolvimento rural, promovendo nomeadamente a sua capacidade para intervir nos sistemas territoriais de montanha tendo em vista a introdução de inovações incrementais que contribuam para aumentar o valor acrescentado das atividades locais e a qualidade de vida; 
  2. assegurar à região e à Rede Rural Nacional instrumentos de monitorização adequados à Montanha, que permitam um conhecimento atualizado sobre as condições de vida nas comunidades e sobre as tendências e mudanças ao nível das fileiras produtivas estratégicas da montanha (fileiras agro-silvo-pastoril e agroalimentar, florestas e biodiversidade, turismo e serviços de ecossistema remunerados).
A primeira vertente de ação alarga o âmbito da parceria ao integrar contributos de equipas de projetos de I&D já realizados ou em curso e boas práticas já demonstradas, e a segunda vertente de ação supõe testar e validar metodologias participativas, aprofundando a ligação ao território, às suas gentes e às suas práticas. Está ainda prevista uma ampla disseminação do conhecimento mobilizado e criado, tanto ao nível técnico e científico, como para o público não técnico.